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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Curso de Redação [on-line] | 2019


  • Correção individualizada;
  •  Redações corrigidas através das competências e dos níveis exigidos pelo MEC;
  • 02 (dois) temas;
  • 04 redações (02 iniciais e 02 refacções);

As redações serão produzidas em folha personalizada. Os textos serão entregues em formato .pdf (digitalizados) ou em formato .docx (documento do Word).

O Curso tem duração de 01 (um) mês - a partir da confirmação do pagamento, que pode ser efetuado por transferência (TED, depósito, por exemplo) ou diretamente com o professor Thiago Lira.


Dúvidas?! Entre em contato conosco: 
professorthiagolira@gmail.com


  •  INVESTIMENTO 
R$ 40,00
Valor promocional [por tempo limitado]




                           
R$80,00
Valor integral

sábado, 29 de abril de 2017

#012 | O ultrarromantismo e a cultura pop

(Jim Morrison | Imagem extraída da Internet)

          A cultura pop  tem grande influência da literatura ultrarromântica. Manifestações artísticas variadas - na música, no cinema, nos quadrinhos - devem tributos aos poetas do Romantismo.
          Na música, por exemplo, várias bandas da década de 1960-70, e que mais tarde influenciariam várias subculturas e tendências artísticas, prendem-se a essa tradição, como The Doors, The Velvet Underground & Nico, David Bowie, T-Rex, entre outros.
      Jim Morrison, por exemplo, líder da banda The Doors, foi admirador da poesia dos românticos Baudelaire e William Blake e do simbolista Rimbaud.

Fonte: Literatura Brasileira, William Cereja e Thereza Cochar.


quinta-feira, 30 de março de 2017

#011 | A Batalha do Parnaso

(Música, Edward Burne-Jones)

          As ideias parnasianas já vinham sendo difundidas no Brasil desde a década de 1870. No final dessa década travou-se no jornal Diário do Rio de Janeiro uma polêmica literária que reuniu, de um lado, os adeptos do Romantismo e, de outro, os adeptos do Realismo e do Parnasianismo. O saldo da polêmica, que ficou conhecida como Batalha do Parnaso, foi a ampla divulgação das ideias do Realismo e do Parnasianismo  nos meios artísticos e intelectuais do país.

    A primeira publicação considerada de fato parnasiana é a obra Fanfarras (1882), de Teófilo Dias. Entretanto, caberia a Alberto de Oliveira, Raimundo Correia, Olavo Bilac, Vicente de Carvalho e Francisca Júlia o papel de implantar e solidificar o movimento entre nós, bem como definir melhor os contornos de seu projeto estético.

quarta-feira, 22 de março de 2017

# 010 | Vinícius de Moraes e a renovação do soneto

(Imagem extraída da Internet)

         Vinícius de Moraes, segundo o crítico Antonio Candido, foi o responsável pela reconstrução do soneto na literatura brasileira: "Se hoje dermos um balanço no que Vinícius de Moraes ensinou à poesia brasileira, é capaz de nem percebermos quanto contribuiu, porque, justamente por ter contribuído muito, o que fez de novo entrou na circulação, tornou-se moeda corrente e linguagem de todos."

(Aluízio Falcão. O Estado de S. Paulo, 11 out. 2003 
apud Literatura Brasileira, Cereja e Cochar.)


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

REGÊNCIA - Verbo INVESTIR

1. transitivo indireto (atacar, arremeter):

O touro investiu contra (para) o toureiro.


2. transitivo direto e indireto (empossar):

Investiram-no na função de gerente.


Fonte: Gramática em Textos, Leila Lauar Sarmento.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

#017 | Por que a CRASE é facultativa diante dos pronomes possessivos femininos?!

Os pronomes possessivos (minha, tua, nossa, etc) podem ser empregados com ou sem o artigo.

Compare as opções nestes exemplos:

Todos apoiamos a (artigo) sua decisão.  
Todos apoiamos (sem artigo) sua decisão.

Assim, se a palavra anterior ao possessivo exigir a preposição a, a crase será opcional.

Compare, neste exemplo, as duas possibilidades:

Somos favoráveis a (preposição) + a sua decisão. = Somos favoráveis à (com crase) sua decisão.

Somos favoráveis a (preposição) + # sua decisão. = Somos favoráveis a (sem crase) sua decisão.


Aprender e praticar gramática, Mauro Ferreira.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

#015 | A meu ver / Ao meu ver

Não se usa o artigo "o" antes de pronome possessivo nesse tipo de locução (ao meu ver). Usa-se a meu ver, assim como a meu modo, a meu bel-prazer, a meu pedido.

A meu ver o setor industrial recuperou-se.


Fonte: Leila Lauar Sarmento.



terça-feira, 6 de setembro de 2016

#014 | Figuras de Linguagem: LITOTES

É a afirmação branda por meio da negação do contrário.

Sua namorada não é nada boba. 
(= Sua namorada é esperta.)

Ele não ficou nada contente. 
(= Ele ficou descontente.)


A litotes é considerada o oposto da hipérbole.




terça-feira, 30 de agosto de 2016

#013 | Vogais e semivogais

1. Em cada sílaba há apenas uma vogal. Pode haver uma vogal e mais uma ou duas semivogais: qual, quais (nas duas palavras, só o "a" é vogal o "u" e o "i" são semivogais);

2. O "a" é sempre vogal. Já o "i" e o "u" podem funcionar como vogal ou semivogal. Exemplos: pipa (vogal), pai (semivogal), surdo (vogal), mau (semivogal);

3. Mais raramente, o "e" e o "o" também podem ser semivogais. Isso ocorre quando eles acompanham uma vogal e são pronunciados de modo mais fraco. Exemplos: mamãe, rédea, mágoa;

4. As semivogais nunca formam sílabas sozinhas, pois se apoiam em outra vogal.


Fonte: Projeto Araribá, Editora Moderna.



quinta-feira, 25 de agosto de 2016

#009 | Vidas Secas e Sinha Vitória sob a ótica de Belmira Magalhães

Cena do filme "Vidas Secas" 
dirigido por Nelson Pereira dos Santos em 1963.

Belmira Magalhães, em sua tese de doutoramento, mostra-nos que há uma diferença sociológico-fonética entre sinhá, oxítona, e sinha, paroxítona, tratamento adotado por Graciliano.

"(...) nas Alagoas sinhá é usado para mulheres da classe dominante e sinha para as pobres, casadas e dignas de respeito. Por isso, sinha Vitória"

Vidas Secas: os desejos de sinha Vitória, Belmira Magalhães.




quarta-feira, 24 de agosto de 2016

#012 | Palavras sem classe gramatical

Há palavras que não se enquadram em nenhuma classe gramatical. Muitas vezes são confundidas com os advérbios, mas não modificam verbo, adjetivo ou outro advérbio. Recebem o nome de palavras denotativas e podem indicar:

1. Designação - eis.

Eis aqui os recibos dos impostos já pagos.

2. Realce - é que, ainda, lá, só, apenas.

O telejornal é que divulgou a descoberta.
Veja o que vai dizer a ele!

3. Situação - então, afinal, agora.

Então o plano não deu certo, desta vez.
Afinal, quem lhe parece o provável candidato.

4. Inclusão - também, até, mesmo, inclusive.

Ninguém compareceu à aula de reforço, nem mesmo os que mais precisavam.
Até minha avó, de mais de 90 anos, resolveu fazer um passeio.


5. Exclusão - menos, exceto, salvo, fora, apenas, só, senão, sequer.

Apenas numa loja do shopping, encontrei o CD.
Nem sequer informou a data do casamento.

6. Retificação - aliás, ou melhor, isto é, ou seja, melhor dizendo.

Nada sabemos sobre eles, ou melhor, sabemos apenas que viviam sob o mesmo teto.


Fonte: Gramática em Textos, Leila Lauar Sarmento.




terça-feira, 23 de agosto de 2016

#011 | Numerais: algarismo romano

        Na leitura dos algarismos romanos que vêm após substantivos que indicam séculos, nomes de papas ou reis e partes de uma obra, empregam-se numerais ordinais até o décimo e, depois, numerais cardinais:

Na Idade Média, no século IX (século nono), predominou o Cristianismo na Europa.

Henrique VIII (Henrique oitavo), rei da Inglaterra, foi casado com Ana Bolena.

No capítulo II (capítulo segundo), estudamos fonema e letra.

O volume XII (volume doze) desta coleção traz biografias de pintores.


ATENÇÃO: Se o algarismo vier antes do substantivo, é lido sempre como numeral ordinal:

O V episódio (quinto episódio) do romance é surpreendente.

O XI capítulo (décimo primeiro capítulo) pareceu-me mais longo.

Fonte: Leila Lauar Sarmento.



quarta-feira, 17 de agosto de 2016

#010 | Valores semânticos das PREPOSIÇÕES

1. Lugar ou origem:

O aparelho é de Londres.
A família residia em Santos.

2. Direção:

Vou a São Paulo, amanhã.

3. Modo:

O remédio era tomado a pequenos goles.

4. Posse:

Reformara a casa de Fernando.

5. Tempo:

Os pescadores partiram de noite.

6. Distância:

São poucos quilômetros daqui a sua casa.

7. Instrumento:

O professor apagou o quadro com o apagador.

8. Causa:

Por ser competente, foi a escolhida.

9. Companhia:

Os pequenos andavam pelo shopping com os pais.

10. Finalidade:

Compraram o material para a reforma da escola.



Fonte: Gramática em Textos, Leila Lauar Sarmento.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

#008 | Carpe Diem

(Imagem retirada da Internet)

A consciência da efemeridade do tempo já existia na poesia clássica. E ela geralmente levava os poetas ao carpe diem (em latim, "colhe o dia", "aproveita a vida"), ou seja, ao desejo de aproveitar a vida enquanto ela dura, o que quase sempre resultava num convite amoroso e sensual à mulher amada.

No Barroco, em virtude do forte sentimento religioso da época, o carpe diem também se fez presente, mas quase sempre revestido de culpa e conflito.

O filme Sociedade dos poetas mortos introduz brilhantemente o tema do carpe diem quando o professor de literatura, representado pelo ator Robin Williams, pergunta a seus alunos: "Estão vendo todos estes alunos das fotos, que parecem fortes, eternos? Estão todos mortos. Carpe diem...".

Cereja e Magalhães, Português: linguagens.

terça-feira, 12 de julho de 2016

#007 | Maneirismo: a transição para o Barroco

Lacoonte (1604-14), do maneirista espanhol El Greco.

     Após a morte do pintor Rafael, surgiu na Itália um grupo de pintores com uma arte requintada, ornamental, de destacado brilhantismo técnico, às vezes, forçado ou exagerado.

     "A arte deixou de ser um fator de conhecimento como em Leonardo, de revelação como em Michellangelo [...] para tender a converter-se em simples forma ornamental [...]. Deste modo, a instabilidade, o desequilíbrio e a tensão deslocaram os antigos ideais, ao mesmo tempo que, na sua volta para o esteticismo, os artistas tenderam a umas doses de sofisticação e artificionismo cada vez maiores."
(História geral da arte - Pintura. Ediciones del Prado, 1996.)

Fonte: Cereja e Cochar, Português: linguagens.